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Como é a anestesia na cirurgia bariátrica

30 de out. de 2019
2 min de leitura



Anestesia e cirurgia bariátrica: ambos os assuntos se complementam e fazem parte do imaginário e preocupação naqueles que cogitam, ou já decidiram, passar pelo procedimento de redução de estômago.

Neste artigo, falaremos não apenas sobre a cirurgia em si, mas sobre os cuidados necessários antes da intervenção, como é o caso da anestesia. Confira!


O que é a cirurgia bariátrica?

De forma simplista, é uma intervenção cirúrgica que se utiliza de um conjunto de técnicas especializadas para diminuir o estômago de pacientes com obesidade. A técnica é o último recursos para o processo de redução de peso, quando o indivíduo corre risco de saúde.

Ela é feita em pessoas  com grau considerável de obesidade, ou que estão em vias de apresentar algum problema de saúde por conta do excesso de gordura corporal.

Ela é indicada para pacientes que possuem índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a 40, ou IMC acima de 35 e enfermidades decorrentes da obesidade, como diabetes, colesterol alto e doenças cardiovasculares.

A gastroplastia não é feita, portanto, em pessoas que precisam eliminar pequenas quantidades de gordura. Dado o fato de que é um procedimento invasivo, a cirurgia requer cuidados específicos, preparação e indicação médica.


Anestesia e cirurgia bariátrica

Antes de tudo, é feita uma consulta pré-anestésica. Alguns dias (ou semanas) antes da cirurgia, o médico responsável deve verificar os resultados recentes dos exames de seu paciente para avaliar os riscos e possíveis complicações durante, ou após o procedimento.

Neste momento, é analisado o histórico médico, problemas de saúde existentes, além de outras informações que o especialista julgar importantes. É uma consulta essencial, uma vez que permite ao paciente esclarecer dúvidas e inseguranças com relação à cirurgia.

Já na sala de cirurgia, é feita a anestesia, que é aplicada pelo anestesista, seguindo as informações dos exames pré-operatórios. Dividimos a anestesia em três fases: indução anestésica, trans-operatório e recuperação pós-anestésica. Conheça cada uma delas a seguir.


Indução anestésica

Após ser preparado para adentrar no centro cirúrgico, o paciente é conectado aos aparelhos que farão o monitoramento de seus sinais vitais durante a operação. Ele recebe, na veia da mão ou do braço, os medicamentos que o farão adormecer.

Neste  momento, é administrado oxigênio e, em seguida, feita a entubação oro-traqueal. Este tubo é responsável pelo anestesiamento do paciente durante todo o processo da cirurgia bariátrica.4


Fase trans-operatória

O paciente, que já foi previamente anestesiado, segue a receber gases anestésicos e oxigênio. Seus sinais vitais são acompanhados de perto pelo anestesista, que monitora também a quantidade de gases que devem ser oferecidos ao indivíduo.

É comum que haja administração de soro em grandes quantidades, para que a pressão arterial seja mantida e o paciente não seja colocado em risco.


Fase pós-anestésica

Após a finalização da cirurgia, recolhem-se os equipamentos que fornecem os gases anestésicos e inicia-se a fase de recuperação.

Não é possível dizer quanto tempo uma pessoa levará para acordar após a cirurgia. Sabe-se que, quanto mais severo o caso de obesidade, maior a possibilidade de que a pessoa permaneça adormecida por mais tempo.

A recuperação pode ser feita no centro cirúrgico, ou em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Essas informações serão dadas pelos médicos responsáveis pelo caso, após a finalização da cirurgia e observação do quadro do paciente.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto.

 
 
 

1 comentário


Scott Chandler
Scott Chandler
01 de jul.

Sempre tive curiosidade em entender como diferentes interfaces conseguem prender nossa atenção por mais tempo. Enquanto explorava algumas opções disponíveis na internet, encontrei mc games e resolvi observar mais a experiência de navegação do que qualquer outro aspecto. Percebi que a disposição dos elementos, as cores e o ritmo das informações influenciavam minha percepção de maneira bastante sutil. Em alguns instantes tudo parecia muito fluido; em outros, eu fazia pausas naturais antes de continuar. No final dessa pequena experiência, ficou claro para mim como o design digital pode direcionar o foco sem que a gente perceba isso imediatamente.

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